Combate
a violênica
contra a
mulher

O trabalho de zerar a violência contra mulher e a discriminação de gênero se faz com educação e a garantia de direitos iguais

Proteção a quem já foi vítima

Ronda Guardiã Maria da Penha é uma ação trazida pelo vereador Ari para capital paulista, que consiste nas visitas de agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) às casas de mulheres que foram agredidas pelos companheiros. Mais de 20 mil vistorias já foram realizadas no Centro de São Paulo e, dessa forma, o programa evitou que a violência voltasse a marcar as mesmas mulheres.

Engajamento pelo fim da violência

O papel do vereador é o de fazer leis para resolver os problemas da cidade e de sua população. A força e história de vida de Ari não permitem que ele faça uma gestão omissa. Ele lidera movimentos populares que lutam pelo fim da violência. Foi o realizador de uma manifestação que reunião representantes do poder público, instituições e sociedade civil num Ato pelo Fim da Cultura do Estupro.

Esclarecer para prevenir e punir agressores

Como identificar uma vítima que não consegue denunciar a agressão, qual o tratamento necessário para minimizar sequelas e como procurar ajuda da polícia e da justiça. É para aproximar a população dessas questões que, desde 2013, o vereador Ari realiza os Seminários de Atendimento a Vítimas Sociais (SAVS). Violência Contra a Mulher foi tema de dois seminários. Os encontros foram recorde de público.

Plano integrado para diminuir a diferenças

Com o objetivo de diminuir a violação dos direitos individuais e da liberdade feminina, o vereador Ari realiza reuniões com representantes de entidades que lutam pela transformação das condições de trabalho e vida da mulher. A ideia é mapear os principais problemas afim de trabalhar para garantir acesso a melhores chances profissionais e o mesmo respeito dedicado aos homens.

6 passos para reduzir a Violência Contra Mulher

 1

Empoderamento feminino

Poder público, instituições e a sociedade precisam criar ações para fortalecer as mulheres, acabar com a cultura do machismo e desenvolver a igualdade de gêneros em todos os ambientes onde a ela seja vista como mais fraca.

 2

Falar sobre o assunto

A sociedade não pode se omitir. Conversar sobre o tema nos deixa atentos ao problema da violência doméstica que, infelizmente, atinge mulheres de todas as classes sociais e idades.

 3

Engajamento nas ruas e nas redes sociais

É importante que mulheres e homens desenvolvam censo crítico e participem de grupos de discussão e troca de experiências. Dividir conhecimento e dúvidas nos dá a certeza de não estamos sozinhos e fortalece a sociedade. É preciso estimular que a vítima não tenha medo de denunciar a agressão.

 4

Educação começa em casa

Temos que formar meninos que entendam a importância do respeito às mulheres e deixar de lado o velho ensinamento que prega que são as meninas que devem se proteger dos homens nas ruas, no transporte coletivo ou no trabalho.

 5

Rede forte de combate e apoio

O poder público, em todas as esferas, precisa executar estratégias para prevenir a violência de gênero e acabar com a repetição das notificações, seguindo o exemplo do vereador Ari, que trouxe para São Paulo a Ronda Guardiã Maria da Penha.

 6

Punição eficiente para quem insiste em errar

Uma das críticas às políticas de prevenção da violência contra a mulher são as punições brandas aos agressores. É importante proibir a proximidade com a vítima, mas é fundamental que o criminoso sofra sanções justas.